Bioeconomia

O que é Bioeconomia?

“A bioeconomia engloba toda a cadeia de valor que é orientada pelo conhecimento científico avançado e a busca por inovações tecnológicas na aplicação de recursos biológicos e renováveis em processos industriais para gerar atividade econômica circular e benefício social e ambiental coletivo.”Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI) 2019 [I]

A Bioeconomia, em termo práticos e num contexto mundial, vislumbra a substituição de produtos a base de combustíveis fósseis e seus derivados (matérias-primas em quantidades limitadas) por produtos que surjam a partir de matérias-primas renováveis. No mundo, este setor já movimenta algo em torno de US$ 2 trilhões. Do ponto de vista estratégico, os planos têm sido voltados a três aspectos, como destacado pela Comissão Europeia de Bioeconomia:

  1. Desenvolvimento de novas tecnologia e processos;

  2. Desenvolvimento de mercados e competitividade;

  3. Aproximação de políticos e os atores do setor.

Estes três aspectos podem ser considerados os três pilares da Bioeconomia. O desenvolvimento de políticas e leis que sejam capazes de fomentar a pesquisa e reduzir as burocracias são importantes para que novas tecnologias e processos, mais sustentáveis e eficientes, promovam o desenvolvimento deste mercado.

A Bioativos inserida na Bioeconomia Mundial

A ABBI aponta que, no Brasil, para os próximos 20 anos, existe o potencial de surgirem 120 biorrefinarias, com a criação de 217 mil postos de trabalho e aumento real do PIB em US$ 160 bilhões [2].

Neste contexto, a Bioativos Naturais tem se destacado atuando nestes três pilares. No aspecto tecnológico, a empresa tem enveredado esforços para desenvolver processos inovadores com o uso de tecnologias verdes, especialmente as tecnologias supercríticas. No mundo, estas tecnologias têm se destacado como sendo das mais eficientes e capazes de modificar como os produtos serão produzidos a partir de biomassas renováveis. Aplicando-se o conceito de biorrefinarias 360 graus, onde há fabricação de produtos clean label e não há geração de resíduos (zero waste), temos conseguido reduzir custos e tornar os produtos competitivos, o que tem despertado o interesse de grandes empresas nacionais e internacionais. Com o uso dos nossos produtos em seus processos produtivos, estes players se candidatam a aderir aos interesses do setor da Bioeconomia e Economia Circular. Por fim, a Bioativos Naturais, pelo modo como enxerga as inovações tecnológicas e de processos capazes de atender às demandas de mercado na Bioeconomia, foi convidada a participar de um workshop em Berlim, Alemanha (2017), que avaliou quatorze estudos de casos de startups do setor. Neste evento, através das trocas de experiências, foram identificadas oportunidades para que as políticas da Agenda de Desenvolvimento Sustentável 2030 da ONU tenham sucesso, por exemplo, em áreas de combate a fome, oceanos limpos, mudança climática e cidades sustentáveis.

[1] Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI). A bioeconomia. Acesso em 11 de setembro de 2019 <http://www.abbi.org.br/pt/bioeconomia/>

[1] ABBI. Lançamento da Frente Parlamentar da Bioeconomia reúne principais atores do setor. Acesso em 11 de setembro de 2019 <http://www.abbi.org.br/pt/noticia/lancamento-da-frente-parlamentar-da-bioeconomia-reune-principais-atores-do-setor/>

[1] European Commision. The Bioeconomy Strategy. Acesso em 01 de setembro de 2019 < https://ec.europa.eu/research/bioeconomy/index.cfm?pg=policy >

[1] United Nation (UN). Environment Programme – Advancing entrepreneurship and start-up initiatives for sustainable chemistry: Learning from case studies. Acesso em 01 de setembro de 2019 <https://www.unenvironment.org/explore-topics/chemicals-waste/what-we-do/policy-and-governance/sustainable-chemistry/advancing>

[1] UN. Transforming our world: the 2030 Agenda for Sustainable Development. Acesso em 11 de setembro de 2019. < https://sustainabledevelopment.un.org/post2015/transformingourworld>